Munch e a Estética do Desespero: Quando a Arte Deixou de Ver para Sentir

Para compreender a magnitude de O Grito (1893), é preciso antes mergulhar na psique atormentada de seu criador. Edvard Munch (1863-1944), não pintava o que via, mas o que sentia, transformando a tela em um espelho de uma vida sitiada pela tragédia. Criado sob a sombra de um pai religiosamente obsessivo e marcado pela perda… Leia mais Munch e a Estética do Desespero: Quando a Arte Deixou de Ver para Sentir

Susan Sontag, um “mosaico” de pensamentos sobre a fotografia

Alguns autores que escreveram sobre o eixo temático das minhas pesquisas – Fotografia, História e Memória – se referem a esta autora e há tempos havia me proposto conhecer seus trabalhos. Este ano enfim… Sobre Fotografia, obra originalmente publicada em 1977 (a primeira edição pela Companhia das Letras foi lançada em 2004, estou com um… Leia mais Susan Sontag, um “mosaico” de pensamentos sobre a fotografia

GRUPO DE PESQUISA EDH E PARCEIROS DIALOGAM NA 6ª SEMANA DOS DIREITOS HUMANOS DA UFABC – CONVITE À TROCA DE CONHECIMENTO E PARA A PROMOÇÃO DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

A Coluna do Grupo de Pesquisa EDH/UFABC, retoma suas atividades em 2026 com um convite muito especial à você leitor/leitora: ASSISTIR ou REASSISTIR pelo YouTube os diálogos sobre Educação em Direitos Humanos realizados com instituições parceiras, na VI Semana de DH da UFABC. Leia, compartilhe e deixe seu comentário. … Leia mais GRUPO DE PESQUISA EDH E PARCEIROS DIALOGAM NA 6ª SEMANA DOS DIREITOS HUMANOS DA UFABC – CONVITE À TROCA DE CONHECIMENTO E PARA A PROMOÇÃO DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

Recomeçar pelo trabalho: histórias de mulheres imigrantes em Curitiba

Há histórias que pedem silêncio a fim de serem escutadas com nitidez. Não porque lhes falte intensidade, ao contrário, porque carregam em sua própria tessitura, um rigor quase narrativo: começo, travessia, encontro, e sobretudo, permanência. A trajetória de Betty Garcia Gutierrez começa em Cuba, mas não se limita a um ponto de partida geográfico. Parte… Leia mais Recomeçar pelo trabalho: histórias de mulheres imigrantes em Curitiba

Saturnália: Formação em Astrologia Tradicional e a pedagogia do céu como linguagem

Em tempos de aceleração algorítmica e previsões meteorológicas para o humor, essas que cabem em quinze segundos de vídeo, a astrologia reaparece no debate cultural com força renovada. Está nas livrarias, nas artes visuais, nas crônicas literárias e, evidentemente, nas redes sociais. Entre o meme e o tratado, há um campo vasto e frequentemente mal… Leia mais Saturnália: Formação em Astrologia Tradicional e a pedagogia do céu como linguagem

Quando o livro vira semente: a aposta editorial da Gralha Azul

No coração de Curitiba, entre o passo apressado do Centro e a memória arquitetônica que respira no Sesc Paço da Liberdade, uma ave simbólica voltou a bater asas, desta vez, em papel. No dia 7 de fevereiro, a ONG Toma Aí Um Poema lançou oficialmente a coleção Gralha Azul, reunindo 23 autores independentes do Paraná… Leia mais Quando o livro vira semente: a aposta editorial da Gralha Azul

Zombie Walk em Curitiba: Ninguém quer ser Freddy Krueger

Atravessei a Praça Santos Andrade no domingo de Carnaval e encontrei mortos-vivos caminhando sob o sol. Penso que o horror à luz do dia é mais honesto, à noite, tudo é suspeito; sob o céu claro, a monstruosidade precisa sustentar-se sozinha. Entre palhaços inquietantes e criaturas ensanguentadas, conversei com dois personagens trajados de preto, portando… Leia mais Zombie Walk em Curitiba: Ninguém quer ser Freddy Krueger

Um Papai Noel na História, mas ainda não, a história de um Papai Noel.

Boris Kossoy (2003, p 45) afirma em sua obra, que “o fragmento da realidade [permanece] gravado na fotografia”, ou o registro a semelhança do real, porque “é o homem que tem a capacidade suprema de produzir semelhanças”,  conforme a doutrina das semelhanças de Walter Benjamin (2008, p. 108), que assevera, que essa faculdade, apesar de… Leia mais Um Papai Noel na História, mas ainda não, a história de um Papai Noel.

Fotografia, a Arte da Memória.

Na introdução do livro John Berger, para entender uma fotografia, Geoff Dyer (2013, p. 9) escreveu que seu interesse por fotografia “começou não por tirar fotos ou olhar para elas, mas lendo sobre elas.” Diferentes caminhos nos conduzem ao “envolvimento” com a arte fotográfica. No meu caso, transportar-me para outro lugar, outro tempo que não… Leia mais Fotografia, a Arte da Memória.