A casa como arqueologia íntima: Entrevista com Marilia Diaz

Nesta última postagem da coluna INcontros em 2025, publicamos uma entrevista incontornável, como dizem os franceses, e  encerramos o ano com uma conversa que funciona como fecho e permanência, um encontro que não busca conclusões, mas ressonâncias duráveis. Marilia Diaz é artista visual, ceramista, escritora e professora, sua obra atravessa a cerâmica, o bordado, a… Leia mais A casa como arqueologia íntima: Entrevista com Marilia Diaz

Melodia de Esperança: A Serenata que Curou o Natal

A noite de Natal se aproximava, mas na casa da família Almeida, o clima era de um silêncio pesado, marcado por duas realidades dolorosas: a doença que consumia Dona Clara, matriarca da casa, e a separação iminente entre Mariana e Roberto, seu filho e nora. O Natal, que antes trazia consigo risos, abraços e um calor familiar único, parecia distante, ofuscado pelas sombras que se acumulavam no coração de cada um. As tradições, as ceias, os presentes e as risadas haviam sido engolidos pelo turbilhão de medos e incertezas.… Leia mais Melodia de Esperança: A Serenata que Curou o Natal

Linguagens: memória e esquecimento.

…continuação. [3] FERREIRA, Maria Letícia Mazzucchi. “Corpo e Significado. Ensaios de Antropologia Social” in artigo: “O Retrato de Si”. Orientadora: Ondina Fachel Leal. Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 2ª Edição, 2001, p 410. [4] BOSI, Ecléa. “O Tempo Vivo da Memória. Ensaios de Psicologia Social”. Ateliê Editorial. São Paulo/SP, 2ª Edição,… Leia mais Linguagens: memória e esquecimento.

Serenata Na Caçamba: Um Amor Que Nem a Pandemia Calou

A vida tem um jeito curioso de nos ensinar lições. Às vezes, ela nos coloca para dançar em meio a tempestades, e outras, nos faz valorizar até o cheiro do café fresquinho de manhã. Durante a pandemia, aprendemos que um abraço pode ser um luxo e que improvisar é uma arte. E, acima de tudo, aprendemos que a vida é frágil. Num instante estamos bem, no outro, tudo pode mudar. E é justamente essa fragilidade que nos ensina a importância do amor, das conexões e das memórias que criamos.… Leia mais Serenata Na Caçamba: Um Amor Que Nem a Pandemia Calou

What’s Brazilian Santa like? (II)

In the light of decolonial contemporaneity and a global South perspective, what about Santa in the tropical hemisphere? What is Brazilian Santa like?  Have we ever thought of a full Brazilian representation of this Christmas character? Or else, have we ever wondered why Santa Claus’s niche sticks with our minds every year? The well-known old-bearded… Leia mais What’s Brazilian Santa like? (II)

A estética da desobediência: Coletânea Mulheres Subversivas reescreve a história do protagonismo feminino

O ano de 2025 marca a cena literária e historiográfica de São Paulo com um lançamento que ultrapassa o estatuto de simples publicação para afirmar-se como gesto intelectual e político. A coletânea Mulheres Subversivas, organizada pela historiadora Maria Luiza Tucci Carneiro*, reúne dois volumes densos e necessários, fruto de pesquisas desenvolvidas majoritariamente no âmbito do… Leia mais A estética da desobediência: Coletânea Mulheres Subversivas reescreve a história do protagonismo feminino