Saturnália: Formação em Astrologia Tradicional e a pedagogia do céu como linguagem

Em tempos de aceleração algorítmica e previsões meteorológicas para o humor, essas que cabem em quinze segundos de vídeo, a astrologia reaparece no debate cultural com força renovada. Está nas livrarias, nas artes visuais, nas crônicas literárias e, evidentemente, nas redes sociais. Entre o meme e o tratado, há um campo vasto e frequentemente mal… Leia mais Saturnália: Formação em Astrologia Tradicional e a pedagogia do céu como linguagem

Quando o livro vira semente: a aposta editorial da Gralha Azul

No coração de Curitiba, entre o passo apressado do Centro e a memória arquitetônica que respira no Sesc Paço da Liberdade, uma ave simbólica voltou a bater asas, desta vez, em papel. No dia 7 de fevereiro, a ONG Toma Aí Um Poema lançou oficialmente a coleção Gralha Azul, reunindo 23 autores independentes do Paraná… Leia mais Quando o livro vira semente: a aposta editorial da Gralha Azul

Zombie Walk em Curitiba: Ninguém quer ser Freddy Krueger

Atravessei a Praça Santos Andrade no domingo de Carnaval e encontrei mortos-vivos caminhando sob o sol. Penso que o horror à luz do dia é mais honesto, à noite, tudo é suspeito; sob o céu claro, a monstruosidade precisa sustentar-se sozinha. Entre palhaços inquietantes e criaturas ensanguentadas, conversei com dois personagens trajados de preto, portando… Leia mais Zombie Walk em Curitiba: Ninguém quer ser Freddy Krueger

Um Papai Noel na História, mas ainda não, a história de um Papai Noel.

Boris Kossoy (2003, p 45) afirma em sua obra, que “o fragmento da realidade [permanece] gravado na fotografia”, ou o registro a semelhança do real, porque “é o homem que tem a capacidade suprema de produzir semelhanças”,  conforme a doutrina das semelhanças de Walter Benjamin (2008, p. 108), que assevera, que essa faculdade, apesar de… Leia mais Um Papai Noel na História, mas ainda não, a história de um Papai Noel.

Fotografia, a Arte da Memória.

Na introdução do livro John Berger, para entender uma fotografia, Geoff Dyer (2013, p. 9) escreveu que seu interesse por fotografia “começou não por tirar fotos ou olhar para elas, mas lendo sobre elas.” Diferentes caminhos nos conduzem ao “envolvimento” com a arte fotográfica. No meu caso, transportar-me para outro lugar, outro tempo que não… Leia mais Fotografia, a Arte da Memória.

A casa como arqueologia íntima: Entrevista com Marilia Diaz

Nesta última postagem da coluna INcontros em 2025, publicamos uma entrevista incontornável, como dizem os franceses, e  encerramos o ano com uma conversa que funciona como fecho e permanência, um encontro que não busca conclusões, mas ressonâncias duráveis. Marilia Diaz é artista visual, ceramista, escritora e professora, sua obra atravessa a cerâmica, o bordado, a… Leia mais A casa como arqueologia íntima: Entrevista com Marilia Diaz

Melodia de Esperança: A Serenata que Curou o Natal

A noite de Natal se aproximava, mas na casa da família Almeida, o clima era de um silêncio pesado, marcado por duas realidades dolorosas: a doença que consumia Dona Clara, matriarca da casa, e a separação iminente entre Mariana e Roberto, seu filho e nora. O Natal, que antes trazia consigo risos, abraços e um calor familiar único, parecia distante, ofuscado pelas sombras que se acumulavam no coração de cada um. As tradições, as ceias, os presentes e as risadas haviam sido engolidos pelo turbilhão de medos e incertezas.… Leia mais Melodia de Esperança: A Serenata que Curou o Natal

Linguagens: memória e esquecimento.

…continuação. [3] FERREIRA, Maria Letícia Mazzucchi. “Corpo e Significado. Ensaios de Antropologia Social” in artigo: “O Retrato de Si”. Orientadora: Ondina Fachel Leal. Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 2ª Edição, 2001, p 410. [4] BOSI, Ecléa. “O Tempo Vivo da Memória. Ensaios de Psicologia Social”. Ateliê Editorial. São Paulo/SP, 2ª Edição,… Leia mais Linguagens: memória e esquecimento.

Serenata Na Caçamba: Um Amor Que Nem a Pandemia Calou

A vida tem um jeito curioso de nos ensinar lições. Às vezes, ela nos coloca para dançar em meio a tempestades, e outras, nos faz valorizar até o cheiro do café fresquinho de manhã. Durante a pandemia, aprendemos que um abraço pode ser um luxo e que improvisar é uma arte. E, acima de tudo, aprendemos que a vida é frágil. Num instante estamos bem, no outro, tudo pode mudar. E é justamente essa fragilidade que nos ensina a importância do amor, das conexões e das memórias que criamos.… Leia mais Serenata Na Caçamba: Um Amor Que Nem a Pandemia Calou