Precarização do trabalho e a quarta revolução industrial

Recentemente um empresário, sabendo que estava sendo gravado, declarou que, para reduzir salários e intensificar jornadas, patrões deveriam tirar proveito do medo disciplinador, ou seja, por medo do desemprego o trabalhador sujeita-se a ser explorado ou então será substituído por outro, já que a reserva de desempregados é imensa.… Leia mais Precarização do trabalho e a quarta revolução industrial

PELO DIREITO DE CONTAR-SE: O Marco Identitário e Ancestral como Aprendizagem na Pedagogia Griô

Este Projeto de Intervenção teve por objetivo possibilitar ressignificação de aprendizados antirracistas, consciência de si e do outro na escola, acreditando na concepção da Tradição Oral Africana como propulsora de pertencimento histórico-cultural de pessoas pretas. A metodologia utilizada se deu por meio da pesquisa-ação junto à estudantes do Ensino Médio e educadores da Rede Pública em sua formação, desde 2020 até os dias atuais, visando possibilitar que a comunidade escolar reflita sobre suas práticas, em prol de uma Educação para as Relações Étnico-Raciais. A pesquisa é exploratória e qualitativa, visando aprimorar a percepção e o entendimento dos partícipes acerca da relevância de se elaborar ações antirracistas, permeadas pela Contação de Histórias e as vivências da Pedagogia Griô, na celebração de si e de sua Ancestralidade como um marco identitário. A bibliografia estudada pretende favorecer a pesquisa sobre a Tradição Oral Africana, a construção e elaboração de aulas significativas e de um currículo que permeie histórias de vida, embasadas na Educação em Direitos Humanos, para que haja maior conscientização do público atendido frente seu papel no combate ao Racismo Institucional presente na escola. Espera-se que por meio deste Projeto se criem propostas de trabalho centrados nos saberes ancestrais, tão importantes para a constituição de sujeitos e de suas identidades.… Leia mais PELO DIREITO DE CONTAR-SE: O Marco Identitário e Ancestral como Aprendizagem na Pedagogia Griô

Privacidade ou transparência?

Desde que a escrita foi criada, mesmo em suas formas mais rudimentares, além dos benefícios óbvios como passagem da experiência humana de uma geração para outra de forma mais eficiente, a possibilidade de definir recursos em estoque e transmitir informações urgentes sobre ataques inimigos e muitas outras, uma vantagem adicional seguramente foi passar do desconhecimento sobre tudo para uma maior transparência da comunidade com relação aos seus procedimentos e cultura.… Leia mais Privacidade ou transparência?

FÓRUM DA UERJ – NUCLEAS – NUCLEO DE ESTUDOS DAS AMÉRICAS EM TRES RIOS/RJ

Nos dias 26 e 27 de outubro deste ano, das 10:00 às 17:00h, a cidade de Três Rios/RJ (minha cidade natal) hospedará o Fórum da UERJ – NUCLEAS, que, embora organizado pelo PPGH (Programa de Pós-graduação em História da UERJ) não será restrito à área da História e sim, multidisciplinar, com o tema: Trabalho, Cultura,… Leia mais FÓRUM DA UERJ – NUCLEAS – NUCLEO DE ESTUDOS DAS AMÉRICAS EM TRES RIOS/RJ

WORLDWIDE ENGLISH

The globalization of English and its cultural, political, economic, and social implications have sparked discussion among linguists and researchers of this phenomenon. According to Pennycook (1994), “English teaching seems omnipresent in the world, playing a role everywhere on a grand global scale in the complexities of people’s lives”. For Kachru (1983), the imposition of the… Leia mais WORLDWIDE ENGLISH

Participação social – efetivamente o SUS tem se consolidado neste pilar?

O que nos falta para efetiva participação social no controle e efetiva construção do Sistema Único de Saúde (SUS)? Desde a Constituição Federal de 1988 aponta-se o desafio de inserção da participação comunitária como relevante na formulação de políticas públicas em defesa do direito à saúde. … Leia mais Participação social – efetivamente o SUS tem se consolidado neste pilar?

Negacionismo científico e a pandemia: história se repete?

“Foram apenas cinco dias, mas marcaram a história da saúde pública no Brasil. No início de novembro de 1904, o Rio de Janeiro, então capital federal, foi palco da maior revolta urbana que já tinha sido vista na cidade. A Revolta da Vacina deixou um saldo de 945 prisões, 110 feridos e 30 mortos, segundo o Centro Cultural do Ministério da Saúde. O estopim da rebelião popular foi uma lei que determinava a obrigatoriedade de vacinação contra a varíola. Mas havia um complexo e polêmico panorama social e político por trás da revolta, e diferentes fatores ajudam a explicar melhor os protestos.”… Leia mais Negacionismo científico e a pandemia: história se repete?