A IMPORTÂNCIA DA LEI 10.639 DE 9 DE JANEIRO DE 2003: aplicabilidade e os desafios na construção da identidade étnica

A Lei 10.639/03 versa sobre o ensino da história e Cultura Afro-Brasileira e Africana, em toda a rede de ensino, dando aos profissionais da rede a liberdade para atuação na execução desse estudo, na luta contra o racismo dentro da formação escolar e humana, uma vez que o impacto da falta desses estudos aponta resultados negativos no bem comum da sociedade. Este projeto de intervenção, tem como proposta, dentro de uma realidade natural, focar, na autoestima das crianças pretas e na luta contra o racismo na infância, através de encontros educativos e atividades realizadas em coletivo com comunidades. A metodologia utilizada para este projeto será uma pesquisa exploratória, que tem o objetivo de aprofundar em determinado tema e utilizar autores que contribuíram com a fundamentação, através de experiências vividas do caso que é analisado, tendo como resultados esperados, o apoio financeiro, uma qualificação específica dos professores e um estudo mais aprofundado dentro das unidades escolares de São Paulo efetivando uma forma mais enérgica no combate ao racismo. Para que possamos colocar em prática e tirar do papel é importante difundir a capacitação do corpo docente para maior entendimento no assunto e em caráter emergencial elaborar novas comunicações mostrando aos estudantes a importância do tema dentro das salas de aula.… Leia mais A IMPORTÂNCIA DA LEI 10.639 DE 9 DE JANEIRO DE 2003: aplicabilidade e os desafios na construção da identidade étnica

De Volta ao Primeiro Sonho: A Serenata que Tocou o Tempo”

Era um dia especial, o Dia dos Professores, e Fredi Jon estava prestes a realizar uma das apresentações mais significativas de sua vida. Ao se aproximar da EMEI Antônio Bento, seu coração pulsava com uma mistura de nostalgia e emoção. Quase três décadas haviam se passado desde que ele deixara aquele lugar, em 1973, como um pequeno prezinho cheio de sonhos. Agora, em 2005, ele voltava, transformado em um seresteiro, pronto para tocar o coração de todos com sua música. … Leia mais De Volta ao Primeiro Sonho: A Serenata que Tocou o Tempo”

INSERÇÃO DE CONTEÚDOS DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS NO  CURSO DE FORMAÇÃO PARA O MUNDO DO TRABALHO

A inserção de conteúdos da Educação em Direitos Humanos no curso de formação para o mundo do trabalho: “Fazendo e Acontecendo” de acordo com os (as) os profissionais alunos (as) que estão envolvidos, estão pautados fortemente em atitudes e no papel transformador da realidade dos alunos, e configura-se como o autor principal do processo de aprendizagem dentro do curso a partir dos valores que remetem à experiência já vivida por estes alunos. No entanto, o conhecimento e a vivência em Direitos Humanos e todo conteúdo do curso não acontecem de maneira espontânea. Mas sim na dimensão dos Direitos Humanos dentro da educação com intuito de formar os jovens mostrando os direitos e deveres e as violações existentes dentro de uma sociedade, possibilita aos alunos que ali estão inseridos uma clareza em relação aos conteúdo a serem aplicados ,  o curso em si não pode ser visto apenas como instrumento para ter uma colocação no mundo do trabalho na condição de jovem aprendiz pela lei n° 10.097/2000, mas sim uma inserção de conteúdos no que diz respeito a educação em direitos humanos,  deve-se haver toda uma reflexão acerca do indivíduo, sua relação com o ambiente escolar que foi inserido, comunidade e familiar. Suas experiências ao longo da vida e suas convicções, ações e projetos, que alcançam e estabeleçam a relação com as particularidades e especificidades relativas às temáticas trabalhadas, contribuindo para o desenvolvimento do jovem, valorizando a memória histórica e práticas sociais e culturais como um transformador ativo em todos os âmbitos social.  O presente trabalho tem como principal objetivo realizar a aplicação dos documentos oficiais que permeiam a inserção de conteúdos de educação em Direitos Humanos e determinando as ações dentro do curso de formação para jovens de 18 a 22 anos. Posteriormente será analisada a implicancia desses resultados na formação para esses jovens, indicando o seu desenvolvimento que é pouco discutido em curso de formação, que por sua vez evidencia a necessidade de maiores instruções discussões acerca dos Direitos na educação não formal.… Leia mais INSERÇÃO DE CONTEÚDOS DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS NO  CURSO DE FORMAÇÃO PARA O MUNDO DO TRABALHO

Lacração, likes e lucro

Conforme ficou bem visível nesta última campanha política, e como infelizmente tenderemos a continuar vendo nas próximas, candidatos de grande sucesso obtiveram visibilidade através da “lacração”, obtendo likes em redes sociais, que aumentaram o número de seus “seguidores”, assim auferindo o maior lucro possível, não apenas em votos mas também em resultados financeiros de médio ou grande porte, arrecadando  financiamentos, vendendo consultorias, cursos e mesmo alguns produtos.… Leia mais Lacração, likes e lucro

O Seresteiro e o Desenho Mágico

Era dezembro de 2008, Fredi Jon havia enfrentado um período difícil. Semanas atrás, ele perdera sua mãe, a pessoa que mais o incentivara em sua arte. Mesmo assim, naquela noite, ele aceitou o convite de uma família para realizar uma serenata especial, uma homenagem que ele sabia que traria alegria àquela casa, apesar de sua própria dor.… Leia mais O Seresteiro e o Desenho Mágico

A EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS E A VIOLÊNCIA ESCOLAR: A COMUNIDADE LGBTQIA+ NA ESCOLA

Este trabalho tem por objetivo compreender a violência praticada no espaço escolar, em relação às pessoas LGBTQIA+, vista como um dos fenômenos perversos que afetam diretamente a vida das pessoas causando marcas profundas. São situações de preconceito, homofobia, racismo que atrapalham o acesso e a permanência na escola. Estes atos de violência que os estudantes sofrem em virtude das suas orientações sexuais, são para essas pessoas, experiências que provocam traumas irreparáveis e que contribuem para o aumento do abandono escolar e representa perdas no processo educacional das alunas e dos alunos LGBTQIA+, causando significativo prejuízo ao desenvolvimento intelectual. Uma parte significativa dessas ações violentas são causadas pelas orientações de cunho religioso professada pelos os gestores, professores, funcionários e também por alguns estudantes. Compreendendo que a escola é um dos espaços mais importantes para a transformação da sociedade, por poder agregar todo e qualquer tipo de diversidade, esperamos que este ambiente desenvolva práticas em desfavor da desigualdade de gênero e de qualquer tipo de preconceito. Isso passa necessariamente pela inclusão da educação em direitos humanos nos seus planos de ensino e na formação continuada dos professores e gestores, oferecendo um novo olhar para a compreensão das mudanças ocorridas no ambiente escolar nos últimos tempos a partir do acesso de novos grupos sociais. Nosso objetivo é o de identificar as causas da violência vivida pelas pessoas da comunidade LGBTQIA+ no ambiente escolar, mas, sobretudo, mostrar que a partir de intervenções pedagógicas com sequência didática voltada para o fortalecimento dos vínculos sociais, é possível oferecer educação que valorize os seres humanos, sem distinção de raça, cor, gênero, etnia, entre outros.  … Leia mais A EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS E A VIOLÊNCIA ESCOLAR: A COMUNIDADE LGBTQIA+ NA ESCOLA

A louca dos gatos

Em um país que deveria estar num estágio mais avançado, tanto tecnologicamente quanto em termos comportais, em função da aproximação do processo eleitoral discute-se hoje as denominadas “loucas dos gatos”, mulheres que, solteiras ou não, optam por não ter filhos e costumam adotar gatos ou cachorros e dedicar-se mais às suas vidas profissionais que familiares.… Leia mais A louca dos gatos

O ENSINO COLABORATIVO: DESAFIO ENTRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DA SALA REGULAR EM CONJUNTO COM A SALA DE RECURSO MULTIFUNCIONAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

A Educação Especial Inclusiva fundamenta-se na concepção de Direitos Humanos na escola. Existe a necessidade de combater as práticas discriminatórias e criar meios para superá-las no ambiente escolar e social. Superar a lógica da exclusão e programar mudanças estruturais, físicas, organizativas e pedagógicas com o intuito de atender aos estudantes em suas especificidades e diferenças. Pautado nos pressupostos do Currículo da Cidade, que entende a Inclusão como um direito de todos, independentemente de suas características físicas ou cognitivas. Nesse sentido, acredito que o trabalho do educador deva ser consciente, eficiente e acolhedor, no sentido de combater a submissão do ser humano à normalização e homogeneização. A partir do momento que direcionamos nosso olhar para outro, um olhar atento e sensível, aprendemos. Contudo, o Plano de AEE – Atendimento Educacional Especializado é de suma importância para o acompanhamento e o desenvolvimento de todos os estudantes público-alvo da Educação Especial Inclusiva. Portanto, este instrumento promove a eliminação de barreiras e organiza a prática pedagógica do AEE na promoção do acesso da garantia das aprendizagens, assim como a organização dos diferentes tempos, espaços e apoios necessários, a disposição observada em acolher o outro na sua totalidade e especificidade, tanto nas escolas de ensino regular quanto na sociedade, que submete o ser humano à normalização e homogeneização. O ato de acolher surge quando direcionamos o olhar sensível ao outro, o que nos permite aprender, portanto, o ensino colaborativo propõe divulgar os conhecimentos científicos em uma linguagem mais acessível para os professores, permitindo que revejam suas práticas pedagógicas, com o objetivo de torná-las mais inclusivas.… Leia mais O ENSINO COLABORATIVO: DESAFIO ENTRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DA SALA REGULAR EM CONJUNTO COM A SALA DE RECURSO MULTIFUNCIONAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PROJETO DE INTERVENÇÃO NA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA –

Este trabalho tem como objetivo trabalhar com a relação entre a educação racial e a Educação em Direitos Humanos. O principal tema deste projeto é trabalhar a afrodescendência e a relação deste tema, que precisa ser trabalhado e pretende ser trabalhado sob o contexto de uma população bastante miscigenada e com muitas raízes negras e africanas, com os direitos humanos. Por fim, possui como objetivo inserir o antirracismo nas escolas, respeitando os direitos humanos e os direitos e garantias estabelecidos na Constituição Brasileira, como os princípios de não intervenção e a possibilidade de educação para todos. É possível ver, nas escolas e na sociedade de hoje, os diversos racismos sendo manifestados em todas as formas: com a negligência de estudos sobre a história da África, por exemplo; o preconceito com pessoas negras em todas as esferas sociais e políticas, tendo pouquíssimas pessoas negras nos ambientes de representação pública (Executivo, Legislativo, Judiciário) e privada (Conselhos decisórios de empresas); com preconceitos e intolerância às religiões afro-brasileiras como o Candomblé e a Umbanda, dentre vários outros tipos de racismo e apagamento das raízes negras dos brasileiros. Sendo assim, o trabalho realizará uma revisão bibliográfica das principais fontes e autores que tratam do assunto, procurando, a partir dessa revisão, criar uma proposta de intervenção nas escolas estaduais e municipais, visando trazer conhecimentos importantes sobre a cultura afro-brasileira, sua história e a necessidade de ensinar tal conteúdo. Tal intervenção deve ter efeito mais prático, trazendo novos métodos de ensinar conteúdos para além da clássica aula expositiva, com o objetivo de imergir os alunos em novo conhecimento sobre sua ancestralidade, seu pertencimento e sua necessidade de entender um universo para além do que estamos historicamente habituados a conhecer.… Leia mais PROJETO DE INTERVENÇÃO NA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA –