I EPAFIP: primeiro encontro promovido pelo Projeto Piloto Paraná Fala Idiomas – Português

Resumo: A Universidade Estadual de Londrina (UEL), está localizada no norte do Paraná e coordena atualmente os cursos de Português como Língua Portuguesa como Acolhimento, Português – Curso de Gêneros Acadêmicos. Este projeto está sob a coordenação da UEL desde o segundo semestre de 2023 e desde lá implementou diversas ações em prol da Língua Portuguesa como Língua não Materna, uma destas ações promovidas no âmbito do projeto piloto PFI-Português foi o I EPAFIP – I Encontro do Paraná Fala Idiomas – Português de modo on-line, realizado totalmente em língua portuguesa, com oito apresentações orais envolvendo pesquisas de docentes  em Instituições de Ensino Superior (IES) paranaenses.… Leia mais I EPAFIP: primeiro encontro promovido pelo Projeto Piloto Paraná Fala Idiomas – Português

Quando o Amor Desceu do Céu – Uma serenata entre pétalas e silêncio

A noite estava estrelada, mas havia algo mais cintilante do que as luzes no céu: o murmúrio da expectativa que pairava na mansão no Alto de Pinheiros. Naquele cenário de opulência e glamour, cercada por celebridades, músicos e artistas, uma famosa empresária da noite paulistana seria o centro de um gesto tão grandioso quanto incerto.… Leia mais Quando o Amor Desceu do Céu – Uma serenata entre pétalas e silêncio

CINEMA E DIREITOS HUMANOS NA ESCOLA

A escola é um espaço riquíssimo de promoção de discussão e transformação de pensamentos e até mesmo do respeito pelo outro. O cinema na escola passa ser uma ferramenta que proporciona novos olhares para o outro, pois promove a nossa cultura e muitas formas de reflexão sobre a nossa realidade. Esse espaço de discussão e mudanças de paradigmas por meio do cinema tem o potencial de promover novas visões de mundo. O cinema promove a cultura e proporciona aos alunos o papel ativo de discussão e não apenas de um mero telespectador. Através do cinema novos olhares e discussões do contexto histórico para uma educação e formação crítica podem surgir ao receber uma informação e poder entender a mensagem transmitida e, ser crítico com o que acabou de assistir na tela. O objetivo desse trabalho é estruturar um projeto de intervenção em sala de aula e sua aplicação envolve cinco fases definidas no I. número de sessão, II. tipo de filme e seu formato ou de curta-metragem, média- metragem e longa-metragem, III. definir as atividades pós exibição do filme, IV. o público-alvo e V. Organização da sala antes da exibição do filme. A realização do projeto de intervenção partirá de um processo guiado democraticamente, discutido e sustentado desde o início de suas fases e seus momentos refletindo em seus resultados e mudanças na percepção dos envolvidos e na cultura da própria instituição de ensino… Leia mais CINEMA E DIREITOS HUMANOS NA ESCOLA

Áfricas e legitimidade

Logo após a “abolição” da Escravatura, Rui Barbosa, então ministro da Justiça, mandou destruir praticamente toda a documentação relativa à escravidão. O motivo real foi tentar evitar que os libertos tivessem documentos que instruíssem pedidos de indenizações. Era um escândalo o número de escravizados nesse tempo, após a proibição do tráfico e as leis do “Ventre Livre” e dos “Sexagenários” a quantidade de pessoas nessa condição deveria ser muito menor, embora ainda injusta; à crueldade somava-se a ilegalidade, o que nunca foi nada novo em nossos tristes trópicos.… Leia mais Áfricas e legitimidade

A Vida em Vinil: Uma Reflexão Filosófica Sobre as Fases e Pausas da Existência

A vida, assim como um disco de vinil, gira em espirais de experiências, emoções e aprendizados, conduzida por um ritmo invisível e única em cada detalhe. Ao nos aprofundarmos na analogia entre um vinil e a jornada humana, percebemos que ambos compartilham não apenas a continuidade do movimento, mas também as pausas, as mudanças de faixa e o processo orgânico e inevitável de amadurecimento.… Leia mais A Vida em Vinil: Uma Reflexão Filosófica Sobre as Fases e Pausas da Existência

EDUCAÇÃO E EMPATIA – LGBTQIA+: SOMOS TODOS DIFERENTES

A presente pesquisa abordará as narrativas relatadas por estudantes, da segunda e terceira série do Ensino Médio, da E.E Levi Carneiro e da E.E Prof. Esther Garcia, ao qual acompanho como Professora de Arte e Diretora, desde o sexto ano do Ensino Fundamental. Após vários anos acompanhando os estudantes, é possível observar seu desenvolvimento acadêmico e pessoal, dentre diversas questões inerentes a infância e adolescência, é evidente as angústias por não se reconhecerem cis gêneros, e por sofrerem discriminação por parte da própria família. Tais conflitos contribuíram para um cenário socioemocional, que por diversas vezes eclodiram no espaço escolar. Muitas foram as vezes em que a educação se apropriou do papel social do acolhimento e da orientação, transcendendo a função pedagógica para promover a função de igualdade, conscientização, valorização a diversidade e promoção da empatia, valores os quais todo o ser humano tem direito.… Leia mais EDUCAÇÃO E EMPATIA – LGBTQIA+: SOMOS TODOS DIFERENTES

O Remédio da Serenata: Quando a Farmácia Não Vendeu Amor

Carlos, um rapaz muito simpático e dono de uma farmácia, entrou em contato com a trupe da serenata, dizendo que estava apaixonado por uma garota, a Julieta, que trabalhava em um despachante próximo à loja dele. O rapaz contou que já havia tentado várias formas de aproximação, mas todas foram frustradas, tudo por conta de sua timidez. Disse que, certa vez, estava quase conseguindo falar de seus sentimentos, mas foi interrompido por uma tremenda dor de barriga que o fez praticamente sair correndo para dentro da farmácia. Coitada da Julieta, ficou ali parada, sem entender nada.… Leia mais O Remédio da Serenata: Quando a Farmácia Não Vendeu Amor

TRANSFALBETIZAR: UMA VIVÊNCIA PELA EQUIDADE DE GÊNERO

O presente projeto tem como objetivo reeducar o olhar/concepção das escolas públicas para uma educação que seja plural, emancipatória e igualitária que se guie pelos princípios da liberdade identitária e da igualdade como diferença, isto é: cada pessoa tem sua expressão pessoal protegida por direitos, podendo desenvolver sua personalidade e identidade de gênero. Busco atender o público homo e transexual, com o intuito de problematizar a partir da minha vivência os direitos negados e questões como a discriminação, o combate ao racismo e a falta de preparo da instituição escola para tratar a diversidade.… Leia mais TRANSFALBETIZAR: UMA VIVÊNCIA PELA EQUIDADE DE GÊNERO

Cultura surda na UTFPR-FB

Resumo: A cultura surda dentro da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, campus Beltrão (UTFPR-FB) é uma iniciativa recente. Com um intérprete e uma docente, a equipe responsável pela introdução à cultura surda na UTFPR-FB elabora materiais didáticos, ministra cursos, palestras, aulas, interpreta a Língua Brasileira de Sinais (Libras)  em situações acadêmicas e sociais, além de oferecer suporte à comunidade surda interna e externa à UTFPR-FB. O objetivo deste texto é divulgar de modo geral o trabalho desenvolvido na instituição local. Para tanto, foram utilizados materiais bibliográficos, além da experiência cotidiana das atividades realizadas em torno da cultura surda. Como resultados é possível verificar que a UTFPR-FB está envolvida na formação de profissionais surdos, na interpretação da Libras e na divulgação e inserção da comunidade surda no meio acadêmico e comunidade externa. Neste sentido, verifica-se que a aproximação da universidade com a comunidade deve ser ampliada para que a comunidade surda possa ser atendida e respeitada em sua especificidade.… Leia mais Cultura surda na UTFPR-FB