Munch e a Estética do Desespero: Quando a Arte Deixou de Ver para Sentir

“Sob os Arcos”, 1872, de Gustave Doré. Enquanto Much pintava a angústia, Doré pintava ambientes externos, ambos reflexos da Modernidade.
Análise visual da obra
Cartão Postal da Exposição Universal de Paris, 1889.
O Grito, em uma de suas versões, pintadas por Edvard Munch.
Museu Munch, em Oslo, inaugurado em 2021.

Referências:

ADORNO, Theodor W.; HORKHEIMER, Max. La Dialectique de la raison: fragments philosophiques. Tradução de Eliane Kaufholz. Paris: Gallimard, 1974

Catálogo da Exposição (Musée d’Orsay): Edvard Munch. Un poème d’amour et de mort. Paris: RMN, 2022

Connaissance des Arts. Le Cri de Munch : le mystère du message inscrit enfin découvert. Fevereiro de 2021.

MUNCH, Edvard. Arte e Natureza. In: CHIPP, H.B. Teorias da Arte Moderna. São Paulo: Martins Fontes, 1988.



Bel Liviski – Professora e Fotógrafa. É articulista da coluna INcontros, e coeditora da Revista ContemporArtes desde 2010. Mestre e Doutora em Sociologia pela UFPR.

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