A louca dos gatos

Em um país que deveria estar num estágio mais avançado, tanto tecnologicamente quanto em termos comportais, em função da aproximação do processo eleitoral discute-se hoje as denominadas “loucas dos gatos”, mulheres que, solteiras ou não, optam por não ter filhos e costumam adotar gatos ou cachorros e dedicar-se mais às suas vidas profissionais que familiares.… Leia mais A louca dos gatos

O ENSINO COLABORATIVO: DESAFIO ENTRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DA SALA REGULAR EM CONJUNTO COM A SALA DE RECURSO MULTIFUNCIONAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

A Educação Especial Inclusiva fundamenta-se na concepção de Direitos Humanos na escola. Existe a necessidade de combater as práticas discriminatórias e criar meios para superá-las no ambiente escolar e social. Superar a lógica da exclusão e programar mudanças estruturais, físicas, organizativas e pedagógicas com o intuito de atender aos estudantes em suas especificidades e diferenças. Pautado nos pressupostos do Currículo da Cidade, que entende a Inclusão como um direito de todos, independentemente de suas características físicas ou cognitivas. Nesse sentido, acredito que o trabalho do educador deva ser consciente, eficiente e acolhedor, no sentido de combater a submissão do ser humano à normalização e homogeneização. A partir do momento que direcionamos nosso olhar para outro, um olhar atento e sensível, aprendemos. Contudo, o Plano de AEE – Atendimento Educacional Especializado é de suma importância para o acompanhamento e o desenvolvimento de todos os estudantes público-alvo da Educação Especial Inclusiva. Portanto, este instrumento promove a eliminação de barreiras e organiza a prática pedagógica do AEE na promoção do acesso da garantia das aprendizagens, assim como a organização dos diferentes tempos, espaços e apoios necessários, a disposição observada em acolher o outro na sua totalidade e especificidade, tanto nas escolas de ensino regular quanto na sociedade, que submete o ser humano à normalização e homogeneização. O ato de acolher surge quando direcionamos o olhar sensível ao outro, o que nos permite aprender, portanto, o ensino colaborativo propõe divulgar os conhecimentos científicos em uma linguagem mais acessível para os professores, permitindo que revejam suas práticas pedagógicas, com o objetivo de torná-las mais inclusivas.… Leia mais O ENSINO COLABORATIVO: DESAFIO ENTRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DA SALA REGULAR EM CONJUNTO COM A SALA DE RECURSO MULTIFUNCIONAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PROJETO DE INTERVENÇÃO NA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA –

Este trabalho tem como objetivo trabalhar com a relação entre a educação racial e a Educação em Direitos Humanos. O principal tema deste projeto é trabalhar a afrodescendência e a relação deste tema, que precisa ser trabalhado e pretende ser trabalhado sob o contexto de uma população bastante miscigenada e com muitas raízes negras e africanas, com os direitos humanos. Por fim, possui como objetivo inserir o antirracismo nas escolas, respeitando os direitos humanos e os direitos e garantias estabelecidos na Constituição Brasileira, como os princípios de não intervenção e a possibilidade de educação para todos. É possível ver, nas escolas e na sociedade de hoje, os diversos racismos sendo manifestados em todas as formas: com a negligência de estudos sobre a história da África, por exemplo; o preconceito com pessoas negras em todas as esferas sociais e políticas, tendo pouquíssimas pessoas negras nos ambientes de representação pública (Executivo, Legislativo, Judiciário) e privada (Conselhos decisórios de empresas); com preconceitos e intolerância às religiões afro-brasileiras como o Candomblé e a Umbanda, dentre vários outros tipos de racismo e apagamento das raízes negras dos brasileiros. Sendo assim, o trabalho realizará uma revisão bibliográfica das principais fontes e autores que tratam do assunto, procurando, a partir dessa revisão, criar uma proposta de intervenção nas escolas estaduais e municipais, visando trazer conhecimentos importantes sobre a cultura afro-brasileira, sua história e a necessidade de ensinar tal conteúdo. Tal intervenção deve ter efeito mais prático, trazendo novos métodos de ensinar conteúdos para além da clássica aula expositiva, com o objetivo de imergir os alunos em novo conhecimento sobre sua ancestralidade, seu pertencimento e sua necessidade de entender um universo para além do que estamos historicamente habituados a conhecer.… Leia mais PROJETO DE INTERVENÇÃO NA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA –

RELEVÂNCIA DO CURRÍCULO NA CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE ESCOLAR REFLEXIVO, QUE DISCUTA E VIVENCIE A EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

Este projeto tem por objetivo acarretar uma pequena contribuição com a discussão acerca do currículo escolar e a necessidade de uma educação inclusiva, reflexiva e humanizadora, uma educação pautada por práticas e vivências que reflitam e promovam a valorização e respeito aos direitos humanos dentro e a partir do ambiente escolar. Pensando nisso, este projeto de intervenção tem como proposta primordial a elaboração de um currículo escolar mais democrático, que possibilite não apenas aos profissionais da educação, mas também às famílias e aos discentes protagonizar cada etapa de sua construção. Para isso, a pesquisa-ação será utilizada como abordagem metodológica, pois, a partir de construções coletivas e páticas, espera-se dar vida a um documento que seja capaz de tornar a educação em direitos humanos algo intrínseco e indissociável ao currículo escolar. Nesse sentido, serão promovidos eventos do tipo: reuniões, palestras, debates, grupos de estudos, assembleias, pesquisas bibliográficas e possivelmente a formação de uma comissão de educação em direitos humanos na escola (composta por estudantes, professores, familiares, gestores etc).… Leia mais RELEVÂNCIA DO CURRÍCULO NA CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE ESCOLAR REFLEXIVO, QUE DISCUTA E VIVENCIE A EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

Muito além da Selfie: Uma pequena história do Autorretrato

Na História da Arte, o Autorretrato é definido como uma imagem ou representação que o artista faz de si mesmo, independente do suporte escolhido. Esse tipo de auto-representação passou a ser cada vez mais frequente a partir da renascença italiana, e muitos artistas recorreram a essa forma de expressão, até mesmo chegando a uma espécie de obsessão como Rembrandt (1606-1669) que realizou quase uma centena de autorretratos, ou a pintora francesa Élisabeth Vigée Le Brun (1755-1842) também adepta dessa modalidade, ou ainda Frida Kahlo (1907-1954) autora de mais de cinquenta autorretratos, constituindo uma verdadeira autobiografia pictórica.… Leia mais Muito além da Selfie: Uma pequena história do Autorretrato

O suicídio nas Belas-Artes – “a arte não se cala.”

Em dezembro de 2022 oferecemos nesta coluna Narciso e o Espelho, um artigo sobre a Morte Voluntária, que você amigo(a) leitor(a) poderá acessar no link: https://revistacontemporartes.net/2022/12/07/a-morte-voluntaria/. A temática da morte e do morrer e da educação para morte, percorre também nossas pesquisas vinculadas a Fotografia, Arte, História e a Memória. Segundo Ariès (2003): Não é… Leia mais O suicídio nas Belas-Artes – “a arte não se cala.”

Os 10 Princípios dos Direitos Universais das Crianças de forma lúdica e reflexiva

O presente trabalho apresenta um projeto de ação que será desenvolvido com crianças entre 4 a 5 anos na Educação Infantil da Rede Pública da Cidade de São Paulo sobre os 10 princípios dos Direitos Universais das Crianças enfocando estratégias para apresentar de forma lúdica e reflexiva e que envolvam a cooperação, respeito mútuo, refletindo sobre a cultura de paz. As crianças desde cedo possuem direitos existentes e dessa maneira possam lutar, exigindo respeito a todos e atuando de forma critica na sociedade.… Leia mais Os 10 Princípios dos Direitos Universais das Crianças de forma lúdica e reflexiva