Um Papai Noel na História, mas ainda não, a história de um Papai Noel.

Boris Kossoy (2003, p 45) afirma em sua obra, que “o fragmento da realidade [permanece] gravado na fotografia”, ou o registro a semelhança do real, porque “é o homem que tem a capacidade suprema de produzir semelhanças”,  conforme a doutrina das semelhanças de Walter Benjamin (2008, p. 108), que assevera, que essa faculdade, apesar de… Leia mais Um Papai Noel na História, mas ainda não, a história de um Papai Noel.

Fotografia, a Arte da Memória.

Na introdução do livro John Berger, para entender uma fotografia, Geoff Dyer (2013, p. 9) escreveu que seu interesse por fotografia “começou não por tirar fotos ou olhar para elas, mas lendo sobre elas.” Diferentes caminhos nos conduzem ao “envolvimento” com a arte fotográfica. No meu caso, transportar-me para outro lugar, outro tempo que não… Leia mais Fotografia, a Arte da Memória.

Linguagens: memória e esquecimento.

…continuação. [3] FERREIRA, Maria Letícia Mazzucchi. “Corpo e Significado. Ensaios de Antropologia Social” in artigo: “O Retrato de Si”. Orientadora: Ondina Fachel Leal. Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 2ª Edição, 2001, p 410. [4] BOSI, Ecléa. “O Tempo Vivo da Memória. Ensaios de Psicologia Social”. Ateliê Editorial. São Paulo/SP, 2ª Edição,… Leia mais Linguagens: memória e esquecimento.

Linguagens: memória e esquecimento.

Os homens sempre utilizaram de artifícios para que o tempo e a morte não lhes condenassem ao esquecimento. Mitos de origem, tradições, feitos heróicos dos antepassados, ou mesmo a sua relação diária com o mundo e a natureza permanecem nas diversas civilizações através das expressões da linguagem, inicialmente pelas pinturas em cavernas [1] e após… Leia mais Linguagens: memória e esquecimento.

AS IMAGENS E O PENSAMENTO CIVILIZATÓRIO NA SOCIEDADE BRASILEIRA – formação do corpo (ou corpos) social (sociais) no Brasil… (continuação)

Retomando a definição que vem nos acompanhando nos últimos 3 artigos, considerando o sujeito ou corpo social como a associação de pessoas vivendo em uma sociedade capitalista que pelo modo de “atuação” desta ideologia encontram-se divididas em classes, “que por questões objetivas, concretas, tem condições de vida, relações, sofre opressões ou se beneficiam das relações… Leia mais AS IMAGENS E O PENSAMENTO CIVILIZATÓRIO NA SOCIEDADE BRASILEIRA – formação do corpo (ou corpos) social (sociais) no Brasil… (continuação)

AS IMAGENS E O PENSAMENTO CIVILIZATÓRIO NA SOCIEDADE BRASILEIRA – formação do corpo (ou corpos) social (sociais) no Brasil.

Inicialmente gostaria de pedir aos leitores e os editorialistas da revista desculpas pela não publicação do artigo no mês passado, por problemas de saúde que me impediram, mas hoje, damos sequencia aos dois artigos anteriores, que sugiro a leitura para quem ainda não o fez. Na fotografia “palavras e imagens coexistem… numa relação de integração.”… Leia mais AS IMAGENS E O PENSAMENTO CIVILIZATÓRIO NA SOCIEDADE BRASILEIRA – formação do corpo (ou corpos) social (sociais) no Brasil.

A FOTOGRAFIA E A REPRESENTAÇÃO DO CORPO SOCIAL – II

Definimos então no último artigo (leia em: https://revistacontemporartes.net/category/narciso-e-o-espelho/) sujeito ou corpo social como a associação de pessoas vivendo em uma sociedade capitalista que pelo modo de “atuação” desta ideologia encontram-se divididas em classes, “que por questões objetivas, concretas, tem condições de vida, relações, sofre opressões ou se beneficiam das relações de opressão, comuns. Ou seja,… Leia mais A FOTOGRAFIA E A REPRESENTAÇÃO DO CORPO SOCIAL – II

A FOTOGRAFIA E A REPRESENTAÇÃO DO CORPO SOCIAL

Considerados na atualidade como pensadores clássicos da sociologia, o filósofo e economista Karl Max e o sociólogo francês Émile Durkheim apresentam-se divergentes quanto à visão da sociedade e dos fenômenos de relação que nela estão inseridos. Fotografia 1: As filhas de Max, Eleanor, no meio, junto com suas irmãs Jenny (esquerda) e Laura. Elas são… Leia mais A FOTOGRAFIA E A REPRESENTAÇÃO DO CORPO SOCIAL

Uma “crônica urbana” sobre a estátua do Tancredo Neves.

A imagem fotográfica, na sua relação com a História e a Memória, em várias oportunidades nesta coluna abordada, assume a sua condição de testemunho de memória, “testemunho [que] constitui a estrutura fundamental de transição entre a memória e a história”; (RICCEUR, 2010, p. 41) como lugar de lembrança que permite à memória avocar a sua… Leia mais Uma “crônica urbana” sobre a estátua do Tancredo Neves.

A fotografia e os laços invisíveis das lembranças.

O Tempo Terminei o ultimo artigo da Coluna Narciso e o Espelho (11/2024) (acesse – https://revistacontemporartes.net/2024/11/18/a-fotografia-e-os-lacos-invisiveis-das-lembrancas/ ) escrevendo que a fotografia também permite remontar o tempo, um reencontrar e resignificar memórias e um fazer historiográfico. Quanto a questão do tempo, vinculado a fotografia, a história e a memória, Barthes aproxima-se da tese do corte analisada… Leia mais A fotografia e os laços invisíveis das lembranças.