A FOTOGRAFIA E A REPRESENTAÇÃO DO CORPO SOCIAL – II

Definimos então no último artigo (leia em: https://revistacontemporartes.net/category/narciso-e-o-espelho/) sujeito ou corpo social como a associação de pessoas vivendo em uma sociedade capitalista que pelo modo de “atuação” desta ideologia encontram-se divididas em classes, “que por questões objetivas, concretas, tem condições de vida, relações, sofre opressões ou se beneficiam das relações de opressão, comuns. Ou seja,… Leia mais A FOTOGRAFIA E A REPRESENTAÇÃO DO CORPO SOCIAL – II

A FOTOGRAFIA E A REPRESENTAÇÃO DO CORPO SOCIAL

Considerados na atualidade como pensadores clássicos da sociologia, o filósofo e economista Karl Max e o sociólogo francês Émile Durkheim apresentam-se divergentes quanto à visão da sociedade e dos fenômenos de relação que nela estão inseridos. Fotografia 1: As filhas de Max, Eleanor, no meio, junto com suas irmãs Jenny (esquerda) e Laura. Elas são… Leia mais A FOTOGRAFIA E A REPRESENTAÇÃO DO CORPO SOCIAL

Uma “crônica urbana” sobre a estátua do Tancredo Neves.

A imagem fotográfica, na sua relação com a História e a Memória, em várias oportunidades nesta coluna abordada, assume a sua condição de testemunho de memória, “testemunho [que] constitui a estrutura fundamental de transição entre a memória e a história”; (RICCEUR, 2010, p. 41) como lugar de lembrança que permite à memória avocar a sua… Leia mais Uma “crônica urbana” sobre a estátua do Tancredo Neves.

A fotografia e os laços invisíveis das lembranças.

O Tempo Terminei o ultimo artigo da Coluna Narciso e o Espelho (11/2024) (acesse – https://revistacontemporartes.net/2024/11/18/a-fotografia-e-os-lacos-invisiveis-das-lembrancas/ ) escrevendo que a fotografia também permite remontar o tempo, um reencontrar e resignificar memórias e um fazer historiográfico. Quanto a questão do tempo, vinculado a fotografia, a história e a memória, Barthes aproxima-se da tese do corte analisada… Leia mais A fotografia e os laços invisíveis das lembranças.

A fotografia e os laços invisíveis das lembranças

O principio da distância e o corte na realidade e no tempo – algumas reflexões em fragmentos. A fotografia enquanto lugar de lembrança e testemunho de memória encontra-se inserida na relação entre tempo e a narrativa histórica, onde a memória, a lembrança e o esquecimento são, segundo Ricceur, níveis intermediários desta relação. Deste modo, uma… Leia mais A fotografia e os laços invisíveis das lembranças

A Fotografia Humanista

A Fotografia Humanista, assim intitulada, conforme escreve Martina Caruso, por “ter suas raízes na ideologia socialmente engajada e esquerdista da França dos anos 1930 [pós Primeira Guerra Mundial], estabeleceu-se mundialmente como gênero ao fim da Segunda Guerra Mundial. Seu surgimento coincidiu com um desejo de renovação após a destruição e o sofrimento trazidos pelo recente… Leia mais A Fotografia Humanista

O suicídio nas Belas-Artes – “a arte não se cala.”

Em dezembro de 2022 oferecemos nesta coluna Narciso e o Espelho, um artigo sobre a Morte Voluntária, que você amigo(a) leitor(a) poderá acessar no link: https://revistacontemporartes.net/2022/12/07/a-morte-voluntaria/. A temática da morte e do morrer e da educação para morte, percorre também nossas pesquisas vinculadas a Fotografia, Arte, História e a Memória. Segundo Ariès (2003): Não é… Leia mais O suicídio nas Belas-Artes – “a arte não se cala.”

Educação para morte: uma proposta para pedagogos e pais. Parte 2

Sei bem que a proposta de reflexão que apresento, neste e no artigo anterior, publicados na Coluna Narciso e o Espelho, não contempla uma abordagem sobre a relação, arte, fotografia, memória e história, mas como educador o tema da morte no cotidiano escolar e a necessidade de uma formação que vise preparar o professor para… Leia mais Educação para morte: uma proposta para pedagogos e pais. Parte 2

Educação para morte: uma proposta para educadores e pais

Parte 1. Imagem 1: No Espírito Santo, atirador invadiu escolas e matou quatro pessoas. – Foto: Reprodução. “A Polícia Civil do Espírito Santo informou que o assassino que atacou duas escolas na sexta-feira (25/11/2022) em Aracruz vai responder por ato infracional análogo a três homicídios e a 10 tentativas de homicídio qualificadas. Ele foi encaminhado… Leia mais Educação para morte: uma proposta para educadores e pais

Pelos olhos do Guilherme… 13 anos depois

Quais os sentidos das imagens fotográficas geradas por uma criança? Não aquelas produzidas a partir de uma prática educativa – oficina de fotografia ou qualquer outra realizada com fins pedagógicos, mas as que acontecem basicamente no âmbito familiar de suas interações sociais? Exatamente há 13 anos, (17/04/2011) eu publicava um artigo intitulado Pelos olhos do… Leia mais Pelos olhos do Guilherme… 13 anos depois