A fotografia e os laços invisíveis das lembranças

O principio da distância e o corte na realidade e no tempo – algumas reflexões em fragmentos. A fotografia enquanto lugar de lembrança e testemunho de memória encontra-se inserida na relação entre tempo e a narrativa histórica, onde a memória, a lembrança e o esquecimento são, segundo Ricceur, níveis intermediários desta relação. Deste modo, uma… Leia mais A fotografia e os laços invisíveis das lembranças

A Fotografia Humanista

A Fotografia Humanista, assim intitulada, conforme escreve Martina Caruso, por “ter suas raízes na ideologia socialmente engajada e esquerdista da França dos anos 1930 [pós Primeira Guerra Mundial], estabeleceu-se mundialmente como gênero ao fim da Segunda Guerra Mundial. Seu surgimento coincidiu com um desejo de renovação após a destruição e o sofrimento trazidos pelo recente… Leia mais A Fotografia Humanista

O suicídio nas Belas-Artes – “a arte não se cala.”

Em dezembro de 2022 oferecemos nesta coluna Narciso e o Espelho, um artigo sobre a Morte Voluntária, que você amigo(a) leitor(a) poderá acessar no link: https://revistacontemporartes.net/2022/12/07/a-morte-voluntaria/. A temática da morte e do morrer e da educação para morte, percorre também nossas pesquisas vinculadas a Fotografia, Arte, História e a Memória. Segundo Ariès (2003): Não é… Leia mais O suicídio nas Belas-Artes – “a arte não se cala.”

Educação para morte: uma proposta para pedagogos e pais. Parte 2

Sei bem que a proposta de reflexão que apresento, neste e no artigo anterior, publicados na Coluna Narciso e o Espelho, não contempla uma abordagem sobre a relação, arte, fotografia, memória e história, mas como educador o tema da morte no cotidiano escolar e a necessidade de uma formação que vise preparar o professor para… Leia mais Educação para morte: uma proposta para pedagogos e pais. Parte 2

Educação para morte: uma proposta para educadores e pais

Parte 1. Imagem 1: No Espírito Santo, atirador invadiu escolas e matou quatro pessoas. – Foto: Reprodução. “A Polícia Civil do Espírito Santo informou que o assassino que atacou duas escolas na sexta-feira (25/11/2022) em Aracruz vai responder por ato infracional análogo a três homicídios e a 10 tentativas de homicídio qualificadas. Ele foi encaminhado… Leia mais Educação para morte: uma proposta para educadores e pais

Pelos olhos do Guilherme… 13 anos depois

Quais os sentidos das imagens fotográficas geradas por uma criança? Não aquelas produzidas a partir de uma prática educativa – oficina de fotografia ou qualquer outra realizada com fins pedagógicos, mas as que acontecem basicamente no âmbito familiar de suas interações sociais? Exatamente há 13 anos, (17/04/2011) eu publicava um artigo intitulado Pelos olhos do… Leia mais Pelos olhos do Guilherme… 13 anos depois

Patrimônio Urbano, Memória e Fotografia

Em matéria publicada no dia 26/01/2010, no site http://www.agenciaserra.com.br/ler_noticia.php?acao=noticia&id=7382, com o título “Três Rios: Como Pilatos, Cultura “lava mãos”, possibilitando derrubada do palacete da família Nasser”, o jornalista José Barros (in memoriam), escreveu sobre a demolição de uma das mais tradicionais residências de Três Rios: Fotografia 3: Entre-Rios na década de 20. Observa-se ao centro… Leia mais Patrimônio Urbano, Memória e Fotografia

A imagem e o ato de narrar: o marinheiro e o camponês (parte 2)

Fonte que conserva na imagem bidimensional os referentes culturais e sociais da época do ato-fotográfico, a fotografia relaciona-se com um elemento primordial a história: o tempo; criando então, um diálogo entre este instante inicial (pela perpetuação das presenças e ausências) e a lembrança e o esquecimento, expondo a inseparável trama existente entre a memória, a… Leia mais A imagem e o ato de narrar: o marinheiro e o camponês (parte 2)

A imagem e o ato de narrar: o marinheiro e o camponês. (parte 1)

Estas duas personagens representam o tempo (camponês) e o espaço (marinheiro), elementos de intersecção, que permitem diálogos entre fotografia e narrativa, e destas com a memória e a história. Quando nos deparamos com a fotografia 1, percebemos que a vivência das relações em grupos durantes as viagens no espaço do navio, bem como, das cidades… Leia mais A imagem e o ato de narrar: o marinheiro e o camponês. (parte 1)

A procissão do Sr José Pinto

A questão epistemológica da história cultural estaria centrada no conceito de cultura como objeto de investigação, no estudo das representações sociais, das práticas culturais e do processo de apropriação. As representações construídas sobre o mundo não só se colocariam no lugar do mundo, como fariam com que os homens percebessem a realidade e a partir… Leia mais A procissão do Sr José Pinto